English version
  Versão em Português

   O Club
   O Bulldog
   Ranking
   Os criadores
   Os Criadores Estrangeiros
   Os Sócios Contribuintes
   Aonde estamos
   Como se associar
   Serviços BCB (para sócios)
   BulldogStore
   Filhotes para venda


Criação


    HOME | Mapa do Site | Entre em contato | Outros Links | Entrada de Sócios



Coletânea de causos da raça Bulldog

Esplêndida raça que faz amizade convivendo pacificamente com pessoas, caninos de todas as raças e com animais de todas as espécies



1. Pedro e o Bulldog Cascão. O menino gago e o Bulldog.

Devido uma série de sustos pregados pelo tio Zeca no sobrinho Pedro, o último terminou afetado por forte gagueira.

O fato estranho é que a gagueira era acentuada quando o garoto falava com as pessoas da família.

Pedro tinha, apenas, 5 anos de idade quando o Zeca, então um adolescente com apenas 16 anos de idade, pregava-lhe uma série de sustos, diariamente, apenas com o intuito de fazer uma divertida e inocente brincadeira.

Quando Pedro estava distraído na sala, vendo televisão, Zeca, pelo jardim e sem fazer ruído aproximava-se do vidro da janela da sala usando uma máscara de carnaval (de fantasia de bate-bola), depois de se fazer visível batia levemente no vidro da janela para chamar a atenção do sobrinho. Quando o menino se deparava com a imagem da máscara na janela dava um grito e corria para a cozinha em busca de socorro da mãe ou avó.

Após sustos frequentes, aos seis anos Pedro já manifestava forte gagueira.

Levado a um psicólogo esse recomendou o fonoaudiólogo, antes diagnosticando a origem da gagueira traumática...era resultado dos repetidos sustos.

Observara que a gagueira era mais acentuada quando Pedro se comunicava com os membros da família possivelmente um bloqueio devido ao fato de Pedro ter perdido a confiança na relação com o tio, Pedro sabia que o susto era provocado pelo tio, que, depois de pregar o susto sempre ia ao seu encontro para confortá-lo com a máscara na mão). A gagueira permaneceu mesmo tendo o tio sido proibido de realizar os sustos.

O pai de Pedro, realizando um antigo desejo pessoal adquiriu um Bulldog e deu de presente para Pedro, antes, apelidando-o de Cascão.
Pedro e o filhote de Bulldog logo ficaram amigos.

Pedro estava com 7 anos de idade quando recebeu a tarefa de maior responsabilidade, cuidar de Cascão...Dar banho, levar para passear etc... A princípio não gostou, mas passou a brincar e a interagir com o Cascão e...Foi conquistado pelo caráter malandrão do Bull.

Com o passar do tempo a comunicação entre ambos era marcada pela acentuada gagueira, mas, algo incomum acontecia, pois, algo foi percebido pelos pais nos pequenos flagrantes presenciados pelos pais de Pedro.

Em determinados momentos a fala de Pedro ficava notadamente isenta do distúrbio da gagueira. Isso normalmente acontecia quando Pedro falava com o Cascão durante os cuidados como banho, passeio e alimentação.

Ali, onde a fonoaudióloga não progredia, um Bulldog gerava a dessensibilização sistemática colaborando para a melhora e levando o menino à cura.

Orientados por um especialista, os pais de Pedro, começaram a usar o Cascão como intermediário para estimular que o Pedro soltasse a fala. Interagiam com o cão e filho. Com Cascão sentado ao lado deles num banco de madeira estimulavam o contato com Pedro, pediam à ele que descrevesse o bulldog explicando isso diretamente para o cão. O que gostava Pedro no Cascão? O que o Cascão fazia de errado e de bom? E pediam que descrevesse fatos engraçados que Pedro vira o cão fazer. Pedro gaguejava durante as histórias, mas, não sentindo-se pressionado pela companhia do bulldog deixava assim de gaguejar no momento que discernia fatos do bulldog para o próprio Bulldog (também não gaguejava quando chamava a atenção do Cascão, por exemplo) Isso foi considerado um grande progresso.

Levou muito tempo, mas, utilizando o Cascão como auxílio terapêutico (cinoterápico), gradativamente Pedro foi ficando curado do distúrbio, hoje está definitivamente curado graças à determinação dos pais e a "pequena" ajuda de um bulldog chamado Cascão.

Moral da História Poucas pessoas têm mais paciência de ouvir um gago do que um Bulldog.

Mas que ninguém recomende Bulldog para curar gagueira, pode ter sido, apenas, um caso isolado que deu certo...Para sorte do Pedro.

**************************************************************************************************************
2. Ana e a Bulldog Lisa. Bulldog tira plantão de “assistente de segurança de bebê vigiando a babá”.

Francisco e Ana têm um casal de Bulldogs, o macho chama-se Bart e a fêmea chama-se Lisa. Ambos têm mais de dois anos de idade e vivem num apartamento junto com seus donos.

Quando Ana ficou grávida da primeira e única filha, de nome Mariana, Ana passava mal pontualmente todas as madrugadas. O enjôo sempre ocorria às 3 horas da manhã.
Com o novo movimento durante a madrugada (que ocorria na melhor fase do sono) o BART acordava mas não saía do seu canto, depois de abrir os olhos permanecia deitado voltando a pestanejar preguiçosamente, vez ou outra ele observava à distância a movimentação, mas preferia dormir.

LISA, a bulldog fêmea, mesmo tomada por um grande sono levantava-se e ia ao encontro da dona para fazer-lhe companhia. Com ela adentrava no banheiro e posicionava-se, britanicamente, no mesmo lugar, ao lado do vaso sanitário para assistir pacientemente a sua dona despejar uma série vômitos fruto do enjoo da gravidez.

Certamente se LISA tivesse mãos ao invés de patas, ela pegaria um lenço de papel para dar à Sra. Ana.

Uma vez recuperada Ana voltava para o quarto e LISA, por sua vez, voltava para a sua confortável almofada, para, assim, continuar o sono interrompido por uma causa nobre.

"LISA foi uma companheira que nunca falhou, pois, nunca faltou na diária missão de me fazer companhia", diz Ana. "Foi a parceira importante quando ocorria o mal estar e mesmo sonolenta ali estava a prestar-me todo o seu apoio e solidariedade, dedicando a sua lealdade através da fiel companhia", diz Ana.

Isso deixou Ana comovida e ela jamais esqueceu esse ato de nobreza e de atenção da companheira.

**************************************************************************************************************
3. Rubens e o Bulldog Edgard. Bulldog ajuda rapaz a se tornar mais extrovertido e comunicativo.

Quando o Rubens visitou o criador pela primeira vez era um rapaz muito introvertido, triste, monossilábico e acabrunhado (falava pouco e era cabisbaixo).
A razão para agir assim possivelmente era o impacto sofrido com a recente separação dos pais. O pai de Rubens é um conceituado Médico, e ele decidiu dar de presente ao filho um cão da raça Bulldog. Deu para perceber que os olhos de Rubens brilharam quando ele viu pela primeira vez aquele bull vermelho, cheio de energia e com a típica aparência da raça, mas o comportamento introvertido de Rubens chamava a atenção, era diferente do que teria outro jovem naquela situação.

Edgard passou a fazer companhia ao Rubens e dele conquistou a confiança. Os passeios diários se sucederam. Ocorre que ninguém fica indiferente quando observa um Bulldog passando, e quando Rubens tornou seu passeio diário, isso inevitavelmente o obrigava a atender várias abordagens feitas por transeuntes que se aproximavam para fazer carinho, perguntas e elogiar o Bulldog. Essas pessoas faziam várias perguntas sobre o Edgard e sobre a raça, o que forçava o Rubens a estabelecer uma comunicação com pessoas às quais não conhecia e, assim, implementar um tipo de socialização com essas pessoas. Assim, esses rápidos contatos foram importantes e ajudaram Rubens a ficar, gradativamente, mais extrovertido e autoconfiante. Todas as pessoas tendem a valorizar o belo, e : “Que belo cão!”, elogiavam elas constantemente.

A última vez que o criador viu Rubens, percebeu mudanças, era um rapaz seguro, comunicativo, feliz e muito dedicado aos Estudos (estava fazendo faculdade numa Universidade no norte dos U.S.A.)

O pai foi um incentivador da amizade entre o Bull e o rapaz. Sempre apresentou o Bulldog como um campeão, um vencedor, o que indiretamente serviria para adjetivar o filho (fazendo-o ver a vida sob esta ótica. Todo pai quer que o filho seja um vencedor). Assim, usando de psicologia, o pai avançou. É claro que a mãe do Rubens colaborou decisivamente para o bom resultado. O Bull foi bem acolhido no lar pela mãe de Rubens e devagar Edgard foi conquistando o seu verdadeiro espaço em meio à família como um verdadeiro membro da casa.

O Bulldog foi um instrumento utilizado pelo pai de Rubens para trazer de volta o equilíbrio nas relações turbulentas em família, ocasionadas pela situação traumática então vivida, que poderia se agravar e gerar sequelas indesejáveis para todos.

Hoje todos estão bem, continuam a ter Bulldogs, mas Edgard, depois de cumprir a sua nobre missão, partiu jovem aos 5 anos de idade.



Foto de autoria do Stock Bulls Bulldogs (SC), ilustra este artigo

4. Denise e a bulldog Loreana. Uma Bulldog com poderes extrassensoriais?

A Meritíssima Juíza Denise é Juíza de Direito na cidade do interior das Minas Gerais, onde reside.

Cinco anos após comprar uma Bulldog fêmea, de nome Loreana, questionou ao proprietário do canil de origem da Bulldog se haveria possibilidade de um Bulldog ter poderes paranormais, ou seja, de ser dotado de poderes extrassensoriais. O criador ficou surpreso com a pergunta e questionou a razão para tal pergunta, ela afirmou: -"Minha Bulldog sabe quem presta e quem não presta", prosseguiu, "Todas as pessoas que são de boa índole ela se aproxima e faz amizade, mas, quando a pessoa não é boa ela rosna e dá sinais".
A seguir o criador completou: - "Será que ela consegue enxergar a áurea humana ?"
A Juíza disse que acha que sim ou algo parecido, pois, a partir do momento em que constatou isso passou a selecionar as empregadas da casa usando a Bulldog. Se Loreana não gosta da pessoa, essa não tem oportunidade alguma de emprego. Se ela gosta, o passar do tempo comprova que ela acertou mais uma vez, diz a Juíza.
- “Aqui é cidade pequena e todos os habitantes se conhecem, a gente sabe quem é bom e quem e ruim. Nos passeios diários ela denuncia exatamente as pessoas conhecidas como pessoas ruins”.

Comentando esse assunto para um amigo que é Médico, o criador recebeu como ponderação um comentário de bom humor, à qual o criador, hoje, considera que se encaixa como uma luva para a narrativa traçada pela Juíza.

Disse o Médico: - "Se a Juíza tem esse recurso em mãos, porque não levar a Bulldog para o tribunal? Assim, a cadela denunciaria pela reação: A festa ou o rosnado se o réu é culpado ou inocente, e isso encurtaria um bom tempo de julgamento"

É óbvio que trata-se, apenas, de uma colocação montada sobre o melhor "bom humor"...que serve para finalizar este causo verdadeiro indicando no melhor astral possível que até pessoas que praticam atividades da mais alta confiança na sociedade, confiam na raça bulldog.

Moral da História: Pode ser um exagero colocar uma bulldog no Tribunal do Juri para ajudar no julgamento de processos, mas um cão dotado de tais poderes extrassensoriais pode se tornar de grande valia num departamento fazendo a "seleção de novos contratados de qualquer empresa".

**************************************************************************************************************
5. Adriane, Lúcio e o bulldog Jambú. Um Bulldog ajuda a selar a união do casal.

A Sra. Adriane chegou ao canil para conhecer a raça e para pedir opinião do criador.
Estava temerosa por ter que ingressar num local cheio de cachorros (canil).
O marido não sabia da visita que ela estava fazendo, e nem deveria saber, ela pretendia fazer-lhe uma surpresa, por isso viera somente na companhia do pai.

Nessa primeira visita falou da sua vida (antes havia feito 3 ou 4 evasivos contatos por telefone). Disse ter adquirido confiança no criador durante os diálogos que antecederam aquela visita.

Sua história era triste - o casamento estava se desfazendo e perdendo forças no dia a dia.
Faltava diálogo em casa - o casal tinha dois filhos (5 anos e 9 anos).

Pequenas desatenções, pequenas divergências no dia a dia não conseguiam ser superadas pelo casal. Ela procurou o canil depois de muito pensar nessa situação. Disse que amava o marido e que não queria fracassar no casamento e, analisando os prós e os contras e, principalmente analisando as "diferenças do casal" uma dessas diferenças particularmente chamou a atenção dela.

Adriane era filha única e fora educada pelos pais (principalmente pela mãe) para crer que cães são animais que transmitem doenças, são inconvenientes e sujos...Apenas dão trabalho e são perigosos porque mordem as pessoas; Já o seu marido Lúcio teve outra educação. Sempre teve cães em casa durante o período da infância e da adolescência (alguns inesquecíveis) e sempre manifestou vontade de ter um cão em casa após o casamento.

Adriane achava que com o casamento e com nascimento dos filhos ele esqueceria disso e ela, conscientemente, o enrolava, bloqueava qualquer iniciativa nesse sentido, dava desculpas e justificativas, assinalando sempre novo adiamento... Para depois que o bebê nascesse, por exemplo.
Depois continuava prorrogando dizendo que tinham que esperar o bebê crescer mais um pouco.

Assim engessou o projeto não permitindo o ingresso de um cão na sua casa.

O marido mostrava-se triste, mas ela achava que ele iria superar. Isso não ocorreu e, agora outros fatores complicavam, mas, ela percebia que ele nunca a perdoara porque ele sentia a falta de um cão em casa.

Ela disse ao criador que Lúcio tinha uma grande admiração pelos Bulldogs, e que ele ficava fascinado quando via fotos, desenhos e filmes com esse tipo de cão, mas, ele nunca havia proposto ter um Bulldog queria apenas ter um cão, não, necessariamente um Bulldog, mas, se ela sabia que o Bulldog era a sua especial predileção, e como o casamento não ia bem, ela achou que era hora de ceder e ver se com um Bulldog em casa ele se animava (um grande sacrifício para ela, pois, devido a criação recebida detestava cães)
- “Porque não fazer um sacrifício e dar à ele aquele cão que tanto ele gosta?”.

O criador orientou à ela para que delegasse para o Lúcio (quando ele estivesse em casa) a responsabilidade com o novo membro da família, já que, ao ingressar em casa, o cão atendia um interesse dele (o Bull deveria ser encarado como novo membro da família para que o plano dela desse certo) o Sr. Lúcio deveria dar banhos, vermífugos, comidas e levá-lo para passear, e orientou para que não tomasse para ela iniciativas extremas e nem atribuições com o trato diário do cão, exceto em caso de necessidade.

Sugeriu que, se fosse possível, ela acompanhasse o marido no passeio diário com o Bulldog e demonstrasse interesse e carinho pelo cão, que haveria de conquistá-la (não demonstrasse medo e nem fizesse cara de nojo).

Dois meses depois ela realizou um novo contato com o criador, para dizer que o diálogo havia voltado ao lar. O Sr. Lúcio regressava para casa mais animado e se colocava a brincar com os filhos e com o filhote. Disse que o Sr. Lúcio consultava à ela o que deveria comprar no Pet Shop, qual a ração, qual o xampu, etc. Disse que a coleira ele escolheu sozinho, assim como a guia. A cama ele pediu à ela para escolher para combinar com a casa.
O entrosamento entre os filhos e o Bull foi o melhor possível, e ela, então, viu-se totalmente tomada por um novo sentimento com relação aos cães.
Agora, ela achava que entre ela e Lúcio, era ela quem mais gostava de Jambú (talvez uma gratidão?). A empregada também foi conquistada por Jambú e, assim, depois destas informações, um longo período transcorreu antes que a Sra. Adriane fizesse um novo contato com o criador, desta vez havia transcorrido cinco anos, desde aquele dia em que ela ingressou pálida no canil para conhecer um Bulldog. O casamento dela estava mais firme do que nunca e a fase ruim havia sido superada, era página virada

O Bulldog contribuiu para restabelecer a harmonia de um lar que estava sendo desfeito.

Sem se envolver na vida de seus clientes, o criador, que não havia se atrelado a expectativa alguma, apenas tratou de entregar um filhote de sua criação para aquela Senhora aflita dotada de bom senso e coragem. Ouviu confidências proferidas com tanta sinceridade que ficou esperançoso que a estratégia da tristonha senhora desse certo, pois, no seu intimo, a senhora delegou ao Jambú a nobre e importante tarefa enquanto que, corroborando com o plano, o criador também delegou ao bulldog a missão de fazer o melhor papel possível, sem imaginar o quanto útil aquele cão de fato seria. Baseado em anteriores experiências observadas noutras tantas famílias que se adaptaram perfeitamente a esplendida raça...Sim, isso seria possível, mas existiam outras circunstâncias porque cada caso é um caso.

Na opinião do criador Jambú colaborou como uma valiosa ferramenta, mas, foi a inteligência da Sra. Adriane, o seu amor pelo marido, o seu discernimento e lucidez num momento muito desfavorável foi o que agiu como a "mola mestra" para encontrar a solução ao desafio que ela enfrentava. A determinação daquela jovem Senhora de lutar para salvar o casamento está definitivamente impressa na memória do criador, uma situação da qual ele nunca esquecerá.



Bulldog, fêmea, geração SpinBull (RJ) convive com gatos da raça Sphynks...Amigos a toda prova.

Os animais são propriedade do Dr. Paulo Puerari, residente no Rio de Janeiro





Acesse as contas do facebook do Bulldog club do Brasil através dos links abaixo relacionados


Autor BCB NEWS
em 15/3/2018

Links relacionados:
PÁGINA COM A RELAÇÃO DE LINKS DOS CANIS ASSOCIADOS COM FILHOTES DE BULLDOG

FACEBOOK DO BULLDOG CLUB DO BRASIL - VÍDEOS DE FILHOTES DISPONÍVEIS
FACEBOOK THE BULLDOG CLUB OF BRAZIL - VÍDEOS DE FILHOTES DISPONÍVEIS