English version
  Versão em Português

   The Club
   The Bulldog
   Ranking
   Breeders
   Oversea Breeders
   Membership
   Where We Are
   Membership Subscription
   BCB Services (Member Only)
   Bulldog Store
   Puppies to Sell


Criação


    HOME | Site Map | Contact us | More Links | Members Login



Bulldog na Arquitetura, Decoração e Acessórios

O bulldog como elemento decorativo em ambientes internos e externos. Os móveis,
os objetos de utilidade doméstica e os acessórios pessoais inspirados na raça Bulldog.


Bulldog Architectural Decoration. Cabeça bulldog na platibanda da Carriage House (erigida em 1902).






Acima escultura em alvenaria. Abaixo escultura em limestone. Cabeça de bulldog
como elemento decorativo no frontispício de dois prédios distintos.












Cabeça de bulldog em resina imitando rocha, sobreposta a pilastra de granito na mesma cor.
Abaixo, à esquerda, imagem da peça por inteiro, para uso em áreas externas.




Três cabeças de bulldogs entalhadas na madeira maciça de porta principal.



Banco de madeira entalhada com um dupla de bulldogs compondo o respaldo. Nas laterais
outros dois bulldogs, agora antropomorfizados, sustentam o assento e são os pés do móvel rústico.





A estátua de bulldog é usada como apoio, substituto de um dos pés de cama. O elemento
decorativo é utilizado numa antiga casa de campo, no quarto de um adolescente.









































Mas nenhum elemento é mais decorativo que o bulldog, ser biológico, convivendo com a
família na residência. Isso é tradição antiga que remonta ao tempo das nossas tetravós.
O que melhor combina com a arquitetura de um habitat é um bulldog presente no ambiente.



Já no século passado a publicidade ganhou força nos meios de comunicação...
A imagem dos bulldogs foi uma das mais utilizadas.







Por isso nas artes gráficas um bom papel de parede serve de elemento decorativo capaz de
produzir uma atmosfera bucólica através da imagem que mostra quanta ternura pode existir
na amizade do cavalo pelo bulldog.



Depois que nos apaixonamos pelo bulldog entendemos porque ele passou a figurar nos
acessórios pessoais, tatuagens e em certas ocasiões não fica relegado a segundo plano,
mesmo nos eventos familiares da maior importância.






Para os aficionados pela raça é extremamente interessante ter o bulldog como elemento decorativo.
Alguns saem do convencional contemporâneo, e/ou das antiguidades encontráveis nos antiquários
porque apreciam e preferem o moderno bizarro ou aquele produto que retrata bulldog com aparência,
vestes ou em atividade como se fosse o ser humano, por isso se empenham em batear e adquirir as
peças decorativas que mostram o bulldog antropomorfizado.




Em termos de decoração e de convivência o importante é SEMPRE MANTER O EQUILÍBRIO,
tendo em mente que "não exagerar", continua sendo o melhor conselho para quem ama essa
esplêndida e multissecular raça. Valorizar o ambiente com elementos decorativos inspirados
no bulldog continua sendo "IN", mas exagerar na dose e/ou estabelecer hábitos antropomórficos
que prejudicam o referencial canino dos bulldogs sempre foi e ainda continua sendo "OUT".



Para alguns um veículo com um bulldog dourado, em tamanho natural, acoplado no para-choque pode
parecer exagero... Mas aqui vemos uma enorme semelhança com as carrancas usadas nas proas das
embarcações que navegam pelos rios do Brasil, mesmo que seja uma mera coincidência e respeitando
as diferenças nos meios de transporte a motivação pode ser a mesma.



Foto autoria: Glauco Umbelino

Barcos cruzam as águas da Amazônia e do nordeste brasileiro. Cabeças assustadoras, em madeira pintada, chamadas de "carrancas" são fixadas na proa dos barcos. Tradicionalmente eram creditadas como talismãs capazes de afastar os maus espíritos e a má sorte, mas agora são, em sua maioria, apenas parte do folclore brasileiro. Estas carrancas são comuns especialmente nas partes navegáveis do rio São Francisco (o velho Chico), o rio que atravessa grande parte do interior do nordeste. Das Minas Gerais o velho Chico a seguir flui através do interior da Bahia, passa por Pernambuco e, finalmente chega às Alagoas e ao Sergipe. Partes do velho rio, no entanto, foram represadas por ordem do Governo brasileiro para atender a demanda por energia hidrelétrica necessária para modernização e o progresso do país. Cidades e aldeias locais com longas histórias foram submersas pelas águas do velho Chico... Apenas as memórias sobrevivem naqueles que um dia ali viveram antes que as águas subissem.

Boats ply the waters of the Brazilian Northeast and Amazon. Scary painted wooden heads called carrancas are fitted on the bow of the boat. They were traditionally believed to ward off evil spirits and bad luck, but now are mostly just part of Brazilian folklore. These carrancas are especially common on the navigable portions of the Rio Sao Francisco (o velho Chico) which traverses much of the Northeastern interior from Minas Gerais through Bahia, Pernambuco, and finally Alagoas and Sergipe. Portions of the old river, however, have been dammed for hydroelectric power as the Brazilian government believes in modernization and progress. Local towns and villages with long histories have been submerged under the floodwaters. Only their memories live on in those who lived in them before the waters rose.

O último bloco de texto é de autoria de YOWA YODER.
Tradução do bloco: BCB Online. Com adaptação que agregou os Estados: Sergipe e Alagoas, ausentes no texto original.


Autor Bulldogmania - Bullmania
em 27/2/2015

Links relacionados:
FILHOTES DISPONÍVEIS PARA VENDA